segunda-feira, 21 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Eu vi que eu sou capaz,
Eu posso até sentir,
Isso vai fazer-nos tão bem.
Não nos deixei mentir
E agora tanto faz...
Vou dar o mundo a quem?
Se eu não for capaz,
Eu espero vê-lo em ti.
Eis como me ajudar
Sentir não é mostrar.
E dar não é sentir,
É morrer em paz...
E aparece assim
Acendeu-se a luz
Estão vivos outra vez
Se é tão bom de ouvir,
Vivo para ti
Até o nosso amor morrer
Mas deixa o nosso amor morrer
Eu posso até sentir,
Isso vai fazer-nos tão bem.
Não nos deixei mentir
E agora tanto faz...
Vou dar o mundo a quem?
Se eu não for capaz,
Eu espero vê-lo em ti.
Eis como me ajudar
Sentir não é mostrar.
E dar não é sentir,
É morrer em paz...
E aparece assim
Acendeu-se a luz
Estão vivos outra vez
Se é tão bom de ouvir,
Vivo para ti
Até o nosso amor morrer
Mas deixa o nosso amor morrer
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Brasiu se prepara! Eu tô chegando =)
CONSEGUI BOLSA!!!!
CONSEGUI BOLSA!!!!!
2300 EUROS, LALALALALLALALALALALLAALALALA =)
(Um obrigada muito especial a toda a energia positiva e macumba da kátia, lol)
CONSEGUI BOLSA!!!!!
2300 EUROS, LALALALALLALALALALALLAALALALA =)
(Um obrigada muito especial a toda a energia positiva e macumba da kátia, lol)
domingo, 29 de junho de 2008
A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes.
Há sempre qualquer coisa que está p'ra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber.
Porquê não sei, porquê não sei,
Porquê não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê não sei, porquê não sei.
Porquê não sei ainda.
J.P.Simões
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes.
Há sempre qualquer coisa que está p'ra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber.
Porquê não sei, porquê não sei,
Porquê não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê não sei, porquê não sei.
Porquê não sei ainda.
J.P.Simões
sábado, 21 de junho de 2008
E pronto.... os videos desta musica no youtube sao todos parolos... pfffff, again, fiquemos com a letra
She lives on Love Street
Lingers long on Love Street
She has a house and garden
I would like to see what happens
She has robes and she has monkeys
Lazy diamond studded flunkies
She has wisdom and knows what to do
She has me and she has you
She has wisdom and knows what to do
She has me and she has you
I see you live on Love Street
There's this store where the creatures meet
I wonder what they do in there
Summer Sunday and a year
I guess I like it fine, so far
She lives on Love Street
Lingers long on Love Street
She has a house and garden
I would like to see what happens
La, la, la, la, la, la, la
La, la, la, la, la, la, la
La, la, la, la, la, la, la
La, la, la, la, la, la, la
La, la, la, la, la, la, la
Doors
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Penso que este blog tem o seu fim garantido.
Isto não quer dizer que eu esteja minimamente preparada ou com vontade para o fazer mas sabemos quando as coisas são inevitáveis, mesmo quando fazemos de conta que não. Como a morte, o fim de algumas relações ou o principio de outras.
Até podemos saber que é inevitável, mas preferimos não pensar nisso.
Curiosamente eu penso sempre nestas coisas, muito, muito, e por isso é para mim tão difícil ser realmente espontânea ou genuína. Quase tudo já foi inconscientemente pensado por esta cabecinha que funciona a mil à hora.
Com a idade começo a pensar cada vez menos, isso é certo.... e o facto de termos a consciência de que tudo tem um fim não nos deve angustiar mas fazer com que nos tornemos mais espontâneos e mais autênticos. Aproveitando o melhor e aceitando o pior como uma consequÊncia.
Com o tempo, ser espontâneo e autêntico deixa de ser sinónimo de fazer asneiras. Começamos a ser espontaneamente reservados, prudentes, calmos.
Acho que é o maravilhoso dom da idade.
Em relação a este blog... Bem, se as pessoas que o lêm soubessem o verdadeiro motivo pelo qual ele existe, o motivo do seu nome, talvez percebessem porque ele é tão pessoal. E me chamaria, concerteza, ridicula... no mínimo.
E com o tempo, duvido que eu continue tão disposta a falar ou a confessar a minha vida para um local público.
Na verdade, acho que o faço para tentar provar a mim mesma que não tenho nada a esconder de ninguém, para tentar provar a mim mesma de que sou autêntica em tudo o que faço. Mas se ninguém é assim... porque haveria eu de sê-lo?
Que presunção...
Se escrevo aqui é concerteza para a pessoa x, y ou/e z lerem e nunca cá vou escrever algo verdadeiramente íntimo. Bem cá de dentro de mim. A não ser.... este post, talvez!
É, portanto, um blog superficial e egocêntrico. Que mais dia, menos dia, vai deixar de fazer sentido. E por isso está a ser cada vez mais dificil escrever aqui.
:/
Isto não quer dizer que eu esteja minimamente preparada ou com vontade para o fazer mas sabemos quando as coisas são inevitáveis, mesmo quando fazemos de conta que não. Como a morte, o fim de algumas relações ou o principio de outras.
Até podemos saber que é inevitável, mas preferimos não pensar nisso.
Curiosamente eu penso sempre nestas coisas, muito, muito, e por isso é para mim tão difícil ser realmente espontânea ou genuína. Quase tudo já foi inconscientemente pensado por esta cabecinha que funciona a mil à hora.
Com a idade começo a pensar cada vez menos, isso é certo.... e o facto de termos a consciência de que tudo tem um fim não nos deve angustiar mas fazer com que nos tornemos mais espontâneos e mais autênticos. Aproveitando o melhor e aceitando o pior como uma consequÊncia.
Com o tempo, ser espontâneo e autêntico deixa de ser sinónimo de fazer asneiras. Começamos a ser espontaneamente reservados, prudentes, calmos.
Acho que é o maravilhoso dom da idade.
Em relação a este blog... Bem, se as pessoas que o lêm soubessem o verdadeiro motivo pelo qual ele existe, o motivo do seu nome, talvez percebessem porque ele é tão pessoal. E me chamaria, concerteza, ridicula... no mínimo.
E com o tempo, duvido que eu continue tão disposta a falar ou a confessar a minha vida para um local público.
Na verdade, acho que o faço para tentar provar a mim mesma que não tenho nada a esconder de ninguém, para tentar provar a mim mesma de que sou autêntica em tudo o que faço. Mas se ninguém é assim... porque haveria eu de sê-lo?
Que presunção...
Se escrevo aqui é concerteza para a pessoa x, y ou/e z lerem e nunca cá vou escrever algo verdadeiramente íntimo. Bem cá de dentro de mim. A não ser.... este post, talvez!
É, portanto, um blog superficial e egocêntrico. Que mais dia, menos dia, vai deixar de fazer sentido. E por isso está a ser cada vez mais dificil escrever aqui.
:/
sábado, 14 de junho de 2008
When the future's architectured
By a carnival of idiots on show
You'd better lie low
Was a long and dark December
When the banks became cathedrals
And the Fox Became God
Priests clutched onto bibles
Hollowed out to fit their rifles
And the cross was held aloft
If you love me Won't you let me know?
So if you love me Why'd you let me go?
By a carnival of idiots on show
You'd better lie low
Was a long and dark December
When the banks became cathedrals
And the Fox Became God
Priests clutched onto bibles
Hollowed out to fit their rifles
And the cross was held aloft
If you love me Won't you let me know?
So if you love me Why'd you let me go?
quinta-feira, 12 de junho de 2008
sábado, 31 de maio de 2008
.
É tempo de entregar as chaves e de dizer adeus.
Não foi um lar para mim, mas foi sempre sinónimo de alternativa, paz... liberdade. Tudo que sempre quis ter e ser.
Também é sinónimo de sofrimento, desespero, insegurança, muitas palavras ditas a mais e ainda mais palavras ditas a menos...
No meu quarto vou vendo no quadro de cortiça muitas coisas destes dois anos. O autocolante da Lista E, o Pin do Rascunho e um bilhete de uns concertos num bar que já nem me lembro qual (Uptown, acho), o bilhete do "Pillowman"(visto meio às escondidas), do "I'm a cyborg but that's OK" (para marcar presença no Fantas, claro) o alfinete de Portugal com luzes a piscar de um carnaval já muito longe, o primeiro Princípio Activo, O guia do "Dia do Farmacêutico", uma bonequinha vinda do Brasil e fotos de pessoas, umas que ainda estão comigo, outras que ficaram para trás mas que eu nunca quis tirar de lá ( nem de mim).
Não, a Queima não me soube a despedida. Este fim de semana sim, sabe a todos os sabores que uma despedida pode ter.
Não foi um lar para mim, mas foi sempre sinónimo de alternativa, paz... liberdade. Tudo que sempre quis ter e ser.
Também é sinónimo de sofrimento, desespero, insegurança, muitas palavras ditas a mais e ainda mais palavras ditas a menos...
No meu quarto vou vendo no quadro de cortiça muitas coisas destes dois anos. O autocolante da Lista E, o Pin do Rascunho e um bilhete de uns concertos num bar que já nem me lembro qual (Uptown, acho), o bilhete do "Pillowman"(visto meio às escondidas), do "I'm a cyborg but that's OK" (para marcar presença no Fantas, claro) o alfinete de Portugal com luzes a piscar de um carnaval já muito longe, o primeiro Princípio Activo, O guia do "Dia do Farmacêutico", uma bonequinha vinda do Brasil e fotos de pessoas, umas que ainda estão comigo, outras que ficaram para trás mas que eu nunca quis tirar de lá ( nem de mim).
Não, a Queima não me soube a despedida. Este fim de semana sim, sabe a todos os sabores que uma despedida pode ter.
terça-feira, 27 de maio de 2008
É fascinante cada vez que a vida nos mostra como a qualquer segundo, por um qualquer conjunto de coincidências ou por uma decisão sem qualquer justificação temos a oportunidade de fazer uma pequena revolução.
E, claro está, a desresponsabilidade ou a responsabilidade de não fazer...
rigorosamente...
O certo ou o errado é relativo... mas é simplemente intrigante termos constantemente esse poder.
E, claro está, a desresponsabilidade ou a responsabilidade de não fazer...
rigorosamente...
nada.
O certo ou o errado é relativo... mas é simplemente intrigante termos constantemente esse poder.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
O que se anda a ouvir cá por casa...
DOORS
( Peço desculpa por não pôr aqui a música, que seria muito mais interessante que a letra, mas as colunas do PC deram o tilt e não quis arriscar pôr um cover piroso do youtube :/ é de mim ou esta música é super-mega-genial?)You know that it would be untrue
You know that I would be a liar
If I was to say to you
Girl, we couldn't get much higher
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire
The time to hesitate is through
No time to wallow in the mire
Try now we can only lose
And our love become a funeral pyre
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire, yeah
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Conheço-me. Quando minto sei que minto bem.
Por isso não o faço. Ninguém nunca descobre e fico a sentir-me mal.
Quando digo a verdade é porque pensei mil vezes na forma mais exacta para dizer as coisas. Para não voltar atrás. Para ter a certeza que comuniquei com a maior exactidão possível tudo o que o meu cérebro transmite ao meu corpo por sinais, hormonas, contração de musculos, lágrimas.
Conheço-me. Quando me chateio por birra e me sinto mal. Quando me chateio porque ninguém me está a compreender. Ou quando me chateio porque minto e ninguém percebe que o faço. Por isso não o faço... ninguém nunca percebe. E isso chateia...
Conheço-me. Sei que para mim tudo brilha à primeira vista. Quando penso no que já passou, tudo tem cores vivas e cintilantes, tudo cheira a citrinos e parece que é verão. Quando penso nas coisas futuras brilham os meus olhos e tenho vontade de apertar a mão de alguém. Ou de beijar a boca de alguém.
Conheço-me. Quando choro, o mundo parece que está a desabar ou então... o filme é tão lamechas que choro de inveja.
Quando quero. Quero mesmo. Com muita força... tanta... E tenho vontade de apertar a mão de alguém. Como quando penso no futuro. E beijo a minha vontade... de olhos fechados, com alma.
Se não consigo. Choro. Como se o mundo fosse desabar. Se não choro é porque não queria assim tanto....
Ou então, o filme não era assim tão lamechas.
Conheço-me. Sei que a minha memória disléxica perde tudo o que não considera importante no primeiro sítio que encontra. E mistura tudo o que o é. E altera. Deixando tudo a cheirar a citrinos, no verão, a cintilar. Mas não me importo.
Conheço-me. Sei que o futuro festejo com beijos.
E o que consigo festejo com abraços.
Por isso não o faço. Ninguém nunca descobre e fico a sentir-me mal.
Quando digo a verdade é porque pensei mil vezes na forma mais exacta para dizer as coisas. Para não voltar atrás. Para ter a certeza que comuniquei com a maior exactidão possível tudo o que o meu cérebro transmite ao meu corpo por sinais, hormonas, contração de musculos, lágrimas.
Conheço-me. Quando me chateio por birra e me sinto mal. Quando me chateio porque ninguém me está a compreender. Ou quando me chateio porque minto e ninguém percebe que o faço. Por isso não o faço... ninguém nunca percebe. E isso chateia...
Conheço-me. Sei que para mim tudo brilha à primeira vista. Quando penso no que já passou, tudo tem cores vivas e cintilantes, tudo cheira a citrinos e parece que é verão. Quando penso nas coisas futuras brilham os meus olhos e tenho vontade de apertar a mão de alguém. Ou de beijar a boca de alguém.
Conheço-me. Quando choro, o mundo parece que está a desabar ou então... o filme é tão lamechas que choro de inveja.
Quando quero. Quero mesmo. Com muita força... tanta... E tenho vontade de apertar a mão de alguém. Como quando penso no futuro. E beijo a minha vontade... de olhos fechados, com alma.
Se não consigo. Choro. Como se o mundo fosse desabar. Se não choro é porque não queria assim tanto....
Ou então, o filme não era assim tão lamechas.
Conheço-me. Sei que a minha memória disléxica perde tudo o que não considera importante no primeiro sítio que encontra. E mistura tudo o que o é. E altera. Deixando tudo a cheirar a citrinos, no verão, a cintilar. Mas não me importo.
Conheço-me. Sei que o futuro festejo com beijos.
E o que consigo festejo com abraços.
sábado, 26 de abril de 2008
A cobra
"Para que o acontecimento mais banal se torne uma aventura, é necessário e suficiente que o narremos."
Jean-Paul Sartre
Jean-Paul Sartre
Finalmente.
Finalmente ganhamos coragem para nos apresentarmos. Finalmente conseguimos mostrar-vos quem somos e como queremos que nos vejam... apesar da falta de tempo de alguns e do desconhecimento informático de todos!
Ainda não estamos prontos. Não estamos hoje. Não estaremos amanhã. Nem depois de amanhã.
Nunca. Nunca vamos estar prontos, simplesmente ganhamos coragem para mostrar o que somos! Lentamente...
Que não haja dúvidas. Este Jornal não é um Jornal imparcial. É a nossa opinião que está espelhada.
Por isso assinamos individualmente os nossos artigos.
Por isso é que vos damos liberdade para comentar ou até para escrever para este sítio.
Com muito orgulho...
sábado, 19 de abril de 2008
Don't get any big ideas
They're not gonna happen
You paint yourself white
And fill up with noise
But there'll be something missing
Now that you've found it, it's gone
Now that you feel it, you don't
You've gone off the rails
So don't get any big ideas
They're not gonna happen
You'll go to hell for what your dirty mind is thinking
uhhhhu uhuuu uhuuuuuuuuuuuu
They're not gonna happen
You paint yourself white
And fill up with noise
But there'll be something missing
Now that you've found it, it's gone
Now that you feel it, you don't
You've gone off the rails
So don't get any big ideas
They're not gonna happen
You'll go to hell for what your dirty mind is thinking
Nude - Radiohead
E eu agora acrescento:
uhhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu uhuuuuuuuuuuuuuuu uhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuu uhu uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu (2x)uhhhhu uhuuu uhuuuuuuuuuuuu
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Me, Myself and Brazil
Sim vou para São Paulo!!!!!!!!
E em homenagem ao meu "Erasmus" aqui vai uma musiquinha de Tom Jobim!
São Paulo, te amo
Te amo, São Paulo
Na tarde tão fria
Busquei teu calor,
teu amor em São Paulo
São Paulo, te amo
Pasión de mi vida
I love you, querida
Je t'aime São Paulo
Io ti amo São Paulo
I love you
Te amo, São Paulo
Te amo
Te adoro, te adoro
São Paulo, São Paulo,
São Paulo
Laiala laia la
Sonhei com você
em São Paulo
E em homenagem ao meu "Erasmus" aqui vai uma musiquinha de Tom Jobim!
São Paulo, te amo
Te amo, São Paulo
Na tarde tão fria
Busquei teu calor,
teu amor em São Paulo
São Paulo, te amo
Pasión de mi vida
I love you, querida
Je t'aime São Paulo
Io ti amo São Paulo
I love you
Te amo, São Paulo
Te amo
Te adoro, te adoro
São Paulo, São Paulo,
São Paulo
Laiala laia la
Sonhei com você
em São Paulo
Acho que já não tenho pachorra para certas coisas.
Estou a ficar velha e irrita-me os discursos ensaiados.
Como poderá haver "click" entre alguém que não se conhece? Não sabe o nosso último nome ou não sabe quem foi o nosso último namorado?
Tudo tem de ser dito, explicado, reexplicado ou a falta de informação resulta em falta de empatia. E não há, simplesmente pachorra para esse tipo de trabalho.
Não sei se é leviano ou comodista da minha parte.
A verdade é que me sinto velha. E a velhice tem como maravilhosa vantagem estarmo-nos a borrifar para o que os outros pensam ou não!
Estou a ficar velha e irrita-me os discursos ensaiados.
Como poderá haver "click" entre alguém que não se conhece? Não sabe o nosso último nome ou não sabe quem foi o nosso último namorado?
Tudo tem de ser dito, explicado, reexplicado ou a falta de informação resulta em falta de empatia. E não há, simplesmente pachorra para esse tipo de trabalho.
Não sei se é leviano ou comodista da minha parte.
A verdade é que me sinto velha. E a velhice tem como maravilhosa vantagem estarmo-nos a borrifar para o que os outros pensam ou não!
sábado, 5 de abril de 2008
Minha Nossa, Domingo vou para Milão.
Não posso levar: pasta dos dentes, champô, desodorizante, creme......
:o neste momento, todo um mundo de possibilidades se esgota no vazio de um buraco negro para onde foram logo de seguida sugados todo o meu despero e minha inexistência.
É triste pôr em causa a nossa existência por causa de um roll-on.
Não posso levar: pasta dos dentes, champô, desodorizante, creme......
:o neste momento, todo um mundo de possibilidades se esgota no vazio de um buraco negro para onde foram logo de seguida sugados todo o meu despero e minha inexistência.
É triste pôr em causa a nossa existência por causa de um roll-on.
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